Passado dia junto com o dia de hoje veio-os de modo patéticos... Esta minha aventura na aldeia (que por si foi destinada à ajuda à avó, que fiz bastante bem, mas também sem brigas (que eles se fodem, ou mesmo, estou farto desta aldeia com acções absolutamente innecessárias e lixas) não corre isso) finalizou-se na tal desesperança, que não tenho palavras para descrever o sentido... O mato, este mato que eu sempre tomou como sagrado e de tipo divino, de perspectiva da minha prática lá demonstrou-me seu ódio....
Não dependendo da atitude de homem à natureza, ela sempre é hóstil... Pois, não há maravilha nenhuma nisso. Eu sempre sabia... Mas anteriormente, eu vi nela belezas... Hoje eu odiava ela. Eu rompei flores e ervas somente para rompê-los e tirar "à face" de árvores... zangado e na íria... Decidi não fumar nesse dia, fazendo práticas, que associo com amor e condição alta de espirito. Falhei, pois foi zangado do caraças. Junto com a garrafa da cerveja, médicamento "da relaxão e dormida" e cigarros afundei-me no horror misturado com revelações de grandeza de vento e inferno de calor...
Ao "deslocar-me" para o comboio, o inferno alargou-se... Eu cai a dormir, assento no lado solar de wagão... puta que pariu. Este fogo - despertei-me e pensei que passei chamas de "hell". Mas já não me senti perdido... Senti íria e força, como depois de templado no forno...
Mais uma detalhe, que me parece significativo: tentei começar uma conversa com pelo menos alguém... decidi tenter o melhor e falar com uma menina... somente conversar... Segundo reservei, a resposta foi "não". Pois foi a primeira tentativa na minha vida de 25 anos
(!!!)...
Bem, hoje iniciou-se com mesma desespera, esta véz por razão já simplesmente de descomforto do tempo quente... pois isso já é mais aguentável, do que a quebra de crédito nas coisas mais sagradas para a alma...